Vassouras

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Guia do Mochileiro Mágico

 

Bom acabei de voltar do maravilhoso Rio Grande Sul. Amei a comida, as tradições e especialmente 008como os gaúchos vem o mundo. Aqui vou colocar umas dicas mágicas para se fazer uma boa viagem mágica. Primeiramente vou explicar que tenho o que Raven Grimassi chama de Nanta Bag, um saquinho com elementos mágicos para se usar em qualquer situação. Eu dei uma boa simplificada e tenho um Nanta Bag muito básico, diferente do original que tem: 1 varinha ou a própria semente da árvore, 1 pentagrama cunhado em uma moeda, 1 pedra representando a terra, 1 pena representando o ar, 1 incenso, 2 velas pequenas brancas, 1 pedaço de corda com os nós, 1 pequeno copinho para o licor, 1 pequena concha, 1 símbolo da deusa, 1 porção de sal, algumas ervas, seu objeto de poder pessoal, que pode ser um amuleto e 1 cristal. No meu apenas tenho velinhas de aniversário, 1 vidrinho de azeite e 1 caixa de fósforo. Coloco na minha bolsa e quando preciso acendo. Como em viagens internacionais é proibido levar líquido na bolsa eu sugiro colocar na mala de roupa assim evita transtornos.

Vamos para as dicas de boa viagem:

  • Se possível, chegando no seu quarto de hotel acenda uma vela e peça para que você se divirta bem para Bastet e Hathor, para sua viagem estar protegida para Atlas, Cronos, Hermes e D. Hecate e para que família e amigos se precisarem ligar por algum motivo seja nas horas adequadas.Mary_Poppins_by_ladynauriel
  • Quando sair, tente sentir além da região, cultura, culinária e grupo se você estiver com algum, a Deusa nesta região. Tente absorver o local. Por exemplo, vi o plátano uma folha que representa Perséfone por toda Gramado. Como também teve o inverso o lado negro, quando andamos na Cascata do Caracol, me senti vulnerável, um ser pequeno e frágil diante da natureza. Contei para minha amiga, a explicação veio simples e rápida: “oras, você estava com o lado Kore (Perséfone antes do rapto de Hades), portanto achar que qualquer momento do chão se abriria um cavalo negro com Hades para te pegar.”
  • Tentei ouvir os deuses ao máximo para trazer lembranças mágicas para amigos e para mim mesma. Aqui alguns exemplos: uma faca de chef com nome de Cerridwen, uma faca tipo adaga com o nome de Odin, um chapéu de pelos tipo russo para uma filha de Bastet, um ovinho pintado como casa alemã para Eostre e uma romã de madeira maciça para Perséfone. É uma lista simplificada, mais com praticidade e conexão você pode trazer mimos mágicos de viagem.
  • Por fim, antes de partir, acenda a vela e agradeça tudo que você aprendeu, se divertiu e comeu durante a viagem. Eu abri com a frase: “Feliz Encontro. Feliz Partida” (Merry Meet, Merry Part). E mesmo depois de ter agradecido, ainda recebi de bônus extra um jantar de fondue com um casal de amigos.

E quando for viajar o principal é se auto conhecer um pouquinho pois facilitará na hora de gastar, ficar cansado ou de mau humor. Enfim humildade, curiosidade e conexão com os deuses são as palavras de ordem. E Feliz Partida!

Um comentário:

  1. olá,

    gostei das dicas. Ainda não fiz uma viagem internacional, e acredito que seja este o objetivo mesmo. Curtir os Deuses. Estar conectado todo o tempo para aprender, observar outras culturas, perceber os Deuses em outros lugares do planeta, assim como no nosso dia a dia.

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